Mesmo que a resposta pareça óbvia, vale a pena analisar como essa questão se aplica no dia a dia de trabalho.
Desenvolver ou não o autoconhecimento reflete nas relações profissionais e na forma como cada um encara as oportunidades. Quando um profissional recebe uma crítica de seu chefe pode reagir de duas formas: a) aquele que se conhece pouco reage de forma negativa, ficando agressivo ou até depressivo, porque tem dificuldade de encarar a realidade;b) aquele que procura se conhecer bem, entende que está sendo questionado na sua forma de realizar o trabalho e não na sua forma de ser .
Quem procura se conhecer com profundidade, precisa saber as origens das suas crenças, sentimentos e forma de reagir, analisando se vale a pena manter aquela conduta. Por exemplo, pais muito críticos costumam educar seus filhos de modo que eles se tornam adultos preocupados em agradar aos outros e, portanto, com medo de errar ou de ser julgado. Ou ainda, a rebeldia de pensamento ou de percepção do mundo normal na juventude, pode ser sentido por alguns pais como ingratidão ou desamor, fazendo com que o jovem aprenda a desistir de pensar por conta própria para manter os laços afetivos.
Dar início ao processo de autoconhecimento é a etapa mais difícil. Isso porque exige que o profissional deixe de lado as queixas e desculpas que tem usado como escudo e siga em busca da solução para suas dificuldades. Alguns conseguem fazer sua auto-análise por meio de informações adquiridas em livros, ou pela troca de experiências em conversas informais. Outros acham melhor procurar um profissional especializado que possa dar foco e agilizar esse ganho.
O conhecimento sobre si mesmo é um processo que não tem fim. Não vale fazer essa reflexão uma vez só na vida, quando se encontra em uma situação de crise como, por exemplo, um momento em que precisamos nos recolocar no mercado de trabalho. Os desafios profissionais mudam com o tempo e podemos ser pegos desprevenidos, se deixarmos de lado aspectos do autoconhecimento, que até então não tinham sido explorados.
A auto-análise deve ser uma constante na vida de quem deseja ter equilíbrio emocional, na vida pessoal e profissional. Vai aqui uma dica: sentimentos como preguiça, irritação e incômodo frente a determinadas escolhas ou situações podem ser indícios de que algo não vai bem. Ou melhor, sinais de que você está lidando com um fato que está provocando em você sentimentos sobre os quais não tem clareza. Hora de parar e refletir, sem medo de encarar, sobre o que se esconde dentro de nós.
domingo, 2 de maio de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Você se contrataria para o cargo desejado ?
Essa pergunta é provocativa e pretendo com esse ensaio ajudar os profissionais que estão buscando uma recolocação no mercado de trabalho a refletirem sobre sua realidade.
Vamos imaginar a seguinte cena:
Você empregado e tendo a responsabilidade de contratar um profissional para ocupar uma vaga na empresa. Como todo bom selecionador você quer identificar um candidato nota cem que tenha o conhecimento técnico desejado, saiba trabalhar em grupo e possa agregar valor à empresa.
Como na maioria dos casos aparecem vários candidatos e entre eles, alguém com um perfil profissional e pessoal como o seu.Todos têm chances e todos procuram uma oportunidade para mostrar suas competências.
Como selecionador de pessoal o seu desafio nesse momento é mostrar para a empresa que você é capaz de selecionar alguém que realmente poderá fazer a diferença;
E então? Você respondeu que sim à pergunta do título? Vamos ver! Se respondeu sim sem titubear, podemos ir por dois caminhos de reflexão: o primeiro é o da sinceridade pois realmente você acha que está pronto para o cargo e nesse caso, você deve se perguntar se está se comunicando com eficiência sobre suas potencialidades e desempenho. Pessoas tímidas ou inseguras no contato pessoal poderão estar tendo dificuldade para o marketing pessoal e aí o problema não é profissional , mas de atitude. O segundo caminho é o da imaturidade, porque pensa que o mundo deve passar a mão na sua cabeça ou ainda, porque desconhece de fato como o mercado de trabalho vem se comportando.
Se você respondeu que sim, mas demorou um pouco é porque sabe que algumas coisas não estão ok.
Se respondeu que não, não se assuste com sua sinceridade pois ela será o primeiro passo para rever algumas questões sérias e decisivas para o sucesso profissional.: Nesses dois casos, pare para refletir! A questão é mapear onde estão as dificuldades: na auto imagem ou auto-conceito, ou melhor, dizendo, na auto estima? Na dificuldade de vender seu peixe, ou seja, falta-lhe autoconfiança? Na experiência, ou seja, na falta dela? Você precisa desenvolver habilidades específicas como o domínio de um outro idioma ou de um sistema computacional específico?
O que quer que seja, não pode é ser uma desculpa para paralisar a ação ou pior, se colocar no papel de vítima.
Durante um processo de seleção, procure se colocar no lugar do selecionador e usar as estratégias que você tem usado quando quer conseguir algo muito importante!
Vamos imaginar a seguinte cena:
Você empregado e tendo a responsabilidade de contratar um profissional para ocupar uma vaga na empresa. Como todo bom selecionador você quer identificar um candidato nota cem que tenha o conhecimento técnico desejado, saiba trabalhar em grupo e possa agregar valor à empresa.
Como na maioria dos casos aparecem vários candidatos e entre eles, alguém com um perfil profissional e pessoal como o seu.Todos têm chances e todos procuram uma oportunidade para mostrar suas competências.
Como selecionador de pessoal o seu desafio nesse momento é mostrar para a empresa que você é capaz de selecionar alguém que realmente poderá fazer a diferença;
E então? Você respondeu que sim à pergunta do título? Vamos ver! Se respondeu sim sem titubear, podemos ir por dois caminhos de reflexão: o primeiro é o da sinceridade pois realmente você acha que está pronto para o cargo e nesse caso, você deve se perguntar se está se comunicando com eficiência sobre suas potencialidades e desempenho. Pessoas tímidas ou inseguras no contato pessoal poderão estar tendo dificuldade para o marketing pessoal e aí o problema não é profissional , mas de atitude. O segundo caminho é o da imaturidade, porque pensa que o mundo deve passar a mão na sua cabeça ou ainda, porque desconhece de fato como o mercado de trabalho vem se comportando.
Se você respondeu que sim, mas demorou um pouco é porque sabe que algumas coisas não estão ok.
Se respondeu que não, não se assuste com sua sinceridade pois ela será o primeiro passo para rever algumas questões sérias e decisivas para o sucesso profissional.: Nesses dois casos, pare para refletir! A questão é mapear onde estão as dificuldades: na auto imagem ou auto-conceito, ou melhor, dizendo, na auto estima? Na dificuldade de vender seu peixe, ou seja, falta-lhe autoconfiança? Na experiência, ou seja, na falta dela? Você precisa desenvolver habilidades específicas como o domínio de um outro idioma ou de um sistema computacional específico?
O que quer que seja, não pode é ser uma desculpa para paralisar a ação ou pior, se colocar no papel de vítima.
Durante um processo de seleção, procure se colocar no lugar do selecionador e usar as estratégias que você tem usado quando quer conseguir algo muito importante!
segunda-feira, 22 de março de 2010
Generosidade e egoísmo no ambiente de trabalho
Recentemente li um livro do psicanalista Flavio Gikovate, no qual ele mostra como, nos relacionamentos afetivos, pessoas egoístas e generosas se completam. Isso porque os egoístas precisam se sentir o centro das atenções do outro o tempo todo e os generosos, por sua vez, precisam se doar sistematicamente para se sentirem bem. Assim, inconscientemente um alimenta a necessidade do outro, mas nem sempre de forma construtiva.
Fiquei pensando se o mesmo não ocorre nas relações de trabalho. Tendo a acreditar que sim e, nesse caso, não apenas pelas contingências psicológicas, mas também por questões de sobrevivência profissional.
Trabalhar com chefia egoísta provoca um desgaste emocional muito grande. São oito ou até dez horas por dia cuidando da vaidade e da prepotência do outro. Um chefe egoísta estimula a dependência, sufoca a auto-estima e é intolerante com os erros e as dúvidas. Cobra, mas não reconhece. Sabe, mas não compartilha. Consequentemente, o funcionário sente-se explorado e muitas vezes responde com sentimentos de deslealdade e descompromisso em relação à empresa, perdendo a alegria com o trabalho realizado. A atitude egoísta cria um círculo vicioso: dependência, erro, crítica, sentimento de menos valia, dependência e por aí afora.
Por outro lado, a chefia generosa estimula a autonomia, a proatividade e a aprendizagem. O funcionário sente-se grato pelos estímulos que recebe para o desenvolvimento profissional. A relação profissional é construída em cima da admiração,interdependência e respeito. Em um ambiente generoso aprendemos a cooperar, a ter jogo de cintura e a pensar na realidade dos outros.
No mundo corporativo, ainda se percebe uma concepção errônea sobre essas duas formas de atitude gerencial. O egoísmo é de certa forma, mais valorizado porque é percebido como o estilo ideal para lidarmos com a competição e as pressões do ambiente profissional. A generosidade, por sua vez, é vista por algumas chefias e empresas como falta de pulso firme ou até mesmo como subserviência ao outro ou à equipe.
Para quem está começando a carreira profissional vai aqui uma dica: Fique atento! Na hora de escolher a empresa onde estagiar ou trabalhar é importante pesquisar não apenas sobre o tangível – função, salário e benefícios, mas também sobre o intangível, ou seja com que valores você será conduzido.
Se você já está no mercado de trabalho há mais tempo, reflita sobre as suas atitudes e as de seus gestores. Desânimo e frustração podem estar vindo da convivência diária com um sanguessuga. É hora de rever como se tem lidado com essa realidade.
Se nas relações profissionais houver um predomínio de atitudes generosas, poderemos acreditar, como diz Gikovate, em um uma história profissional com o final feliz. Se não, é melhor deixar a porta aberta...... e na primeira oportunidade, começar a escrever outra história.
Fiquei pensando se o mesmo não ocorre nas relações de trabalho. Tendo a acreditar que sim e, nesse caso, não apenas pelas contingências psicológicas, mas também por questões de sobrevivência profissional.
Trabalhar com chefia egoísta provoca um desgaste emocional muito grande. São oito ou até dez horas por dia cuidando da vaidade e da prepotência do outro. Um chefe egoísta estimula a dependência, sufoca a auto-estima e é intolerante com os erros e as dúvidas. Cobra, mas não reconhece. Sabe, mas não compartilha. Consequentemente, o funcionário sente-se explorado e muitas vezes responde com sentimentos de deslealdade e descompromisso em relação à empresa, perdendo a alegria com o trabalho realizado. A atitude egoísta cria um círculo vicioso: dependência, erro, crítica, sentimento de menos valia, dependência e por aí afora.
Por outro lado, a chefia generosa estimula a autonomia, a proatividade e a aprendizagem. O funcionário sente-se grato pelos estímulos que recebe para o desenvolvimento profissional. A relação profissional é construída em cima da admiração,interdependência e respeito. Em um ambiente generoso aprendemos a cooperar, a ter jogo de cintura e a pensar na realidade dos outros.
No mundo corporativo, ainda se percebe uma concepção errônea sobre essas duas formas de atitude gerencial. O egoísmo é de certa forma, mais valorizado porque é percebido como o estilo ideal para lidarmos com a competição e as pressões do ambiente profissional. A generosidade, por sua vez, é vista por algumas chefias e empresas como falta de pulso firme ou até mesmo como subserviência ao outro ou à equipe.
Para quem está começando a carreira profissional vai aqui uma dica: Fique atento! Na hora de escolher a empresa onde estagiar ou trabalhar é importante pesquisar não apenas sobre o tangível – função, salário e benefícios, mas também sobre o intangível, ou seja com que valores você será conduzido.
Se você já está no mercado de trabalho há mais tempo, reflita sobre as suas atitudes e as de seus gestores. Desânimo e frustração podem estar vindo da convivência diária com um sanguessuga. É hora de rever como se tem lidado com essa realidade.
Se nas relações profissionais houver um predomínio de atitudes generosas, poderemos acreditar, como diz Gikovate, em um uma história profissional com o final feliz. Se não, é melhor deixar a porta aberta...... e na primeira oportunidade, começar a escrever outra história.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Competência feminina
As notícias nos jornais de circulação nacional, nesse último final de semana, são a melhor comemoração do Dia Internacional da Mulher.
" cresce o número de mulheres na construção civil"
" mulheres representam 70% na decisão de compra de automóveis "
" Aumenta o poder de consumo feminino"
Aos poucos vamos melhorando nossos índices de qualidade de vida e participação social e, o mais importante, sem abrir mão de coisas essenciais, como cuidar da nossa casa e dos filhos.
Desejo que cada um de nós, homens ou mulheres, aproveite o dia de hoje para pensar o que tem feito para fazer do mundo um lugar melhor para se viver e das relações interpessoais, uma oportunidade para aprender a conviver e ser tolerante com as diferenças individuais. Só assim, poderemos realmente comemorar, esses e outros dias da mulher.
" cresce o número de mulheres na construção civil"
" mulheres representam 70% na decisão de compra de automóveis "
" Aumenta o poder de consumo feminino"
Aos poucos vamos melhorando nossos índices de qualidade de vida e participação social e, o mais importante, sem abrir mão de coisas essenciais, como cuidar da nossa casa e dos filhos.
Desejo que cada um de nós, homens ou mulheres, aproveite o dia de hoje para pensar o que tem feito para fazer do mundo um lugar melhor para se viver e das relações interpessoais, uma oportunidade para aprender a conviver e ser tolerante com as diferenças individuais. Só assim, poderemos realmente comemorar, esses e outros dias da mulher.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Sobrevivência na Selva? Não, apenas no mercado de trabalho
Você já pensou em fazer um curso para aprender técnicas de sobrevivência na selva?
Aprender aguçar os sentidos, descobrir novas possibilidades e ter autoconfiança para sair de situações de perigo ? Você sabe que algumas empresas estão usando esse recurso para ensinar seus funcionários como se comportar no dia a dia de trabalho? O que está acontecendo?
A maioria das pessoas está atônita e sente-se como se estivessem literalmente afundando num emaranhado das mudanças e dos novos desafios profissionais. Portanto, falar em sentimento de sobrevivência pode não ser exagero.
A insegurança e o medo estão mexendo tanto com profissionais experientes que voltam a disputar uma vaga no mercado de trabalho, quanto com jovens profissionais que lutam para conseguir a primeira colocação.
A competitividade global tem desenhado novas estruturas organizacionais: fusões, aquisições, privatizações e internacionalização apontam para novas necessidades no ambiente profissional e, portanto, para novas relações de trabalho.(Veja se não é isso que estamos vivendo atualmente no Brasil!)
Sobrevivência relaciona-se a grandes desafios externos para poucas capacidades internas. Algumas pessoas frente a realidade não conseguem sair do lugar, ficam andando em círculos, indo aos mesmos lugares, procurando as mesmas pessoas, fazendo as mesmas queixas e esperando por um milagre.
Felizmente, para outras muitas pessoas esses desafios tornam-se o trampolim para grandes descobertas pessoais e, consequentemente para o resgate ou construção de novas competências.
Sobreviver do latim “supervivere” tem no senso comum o sentido de escapar, resistir mais ao pé da letra tem o sentido de superar viver uma vida super (mais e melhor) porque acredita e conta consigo mesmo.
Atividades como subir em árvores, pular de alturas com até 9 metros, fazer rapel atravessar desfiladeiros preso a um cabo de aço, provocam lágrimas e tremedeiras mostrando o limite que cada um impôs a si mesmo. Por isso, a prática de exercícios radicais pode ser um caminho para descobertas de novas possibilidades. O impossível quase sempre está mais na cabeça das pessoas que na realidade.
Sobreviver no mercado de trabalho significa estar sempre se superando, crescendo e desenvolvendo novas formas de pensar, perceber, agir, sentir e aprender.
É também aprender a usar os recursos de que dispomos, mesmo que sejam poucos!
É descobrir os medos que nos impedem ou os bloqueios que nos paralisam!
Aprender aguçar os sentidos, descobrir novas possibilidades e ter autoconfiança para sair de situações de perigo ? Você sabe que algumas empresas estão usando esse recurso para ensinar seus funcionários como se comportar no dia a dia de trabalho? O que está acontecendo?
A maioria das pessoas está atônita e sente-se como se estivessem literalmente afundando num emaranhado das mudanças e dos novos desafios profissionais. Portanto, falar em sentimento de sobrevivência pode não ser exagero.
A insegurança e o medo estão mexendo tanto com profissionais experientes que voltam a disputar uma vaga no mercado de trabalho, quanto com jovens profissionais que lutam para conseguir a primeira colocação.
A competitividade global tem desenhado novas estruturas organizacionais: fusões, aquisições, privatizações e internacionalização apontam para novas necessidades no ambiente profissional e, portanto, para novas relações de trabalho.(Veja se não é isso que estamos vivendo atualmente no Brasil!)
Sobrevivência relaciona-se a grandes desafios externos para poucas capacidades internas. Algumas pessoas frente a realidade não conseguem sair do lugar, ficam andando em círculos, indo aos mesmos lugares, procurando as mesmas pessoas, fazendo as mesmas queixas e esperando por um milagre.
Felizmente, para outras muitas pessoas esses desafios tornam-se o trampolim para grandes descobertas pessoais e, consequentemente para o resgate ou construção de novas competências.
Sobreviver do latim “supervivere” tem no senso comum o sentido de escapar, resistir mais ao pé da letra tem o sentido de superar viver uma vida super (mais e melhor) porque acredita e conta consigo mesmo.
Atividades como subir em árvores, pular de alturas com até 9 metros, fazer rapel atravessar desfiladeiros preso a um cabo de aço, provocam lágrimas e tremedeiras mostrando o limite que cada um impôs a si mesmo. Por isso, a prática de exercícios radicais pode ser um caminho para descobertas de novas possibilidades. O impossível quase sempre está mais na cabeça das pessoas que na realidade.
Sobreviver no mercado de trabalho significa estar sempre se superando, crescendo e desenvolvendo novas formas de pensar, perceber, agir, sentir e aprender.
É também aprender a usar os recursos de que dispomos, mesmo que sejam poucos!
É descobrir os medos que nos impedem ou os bloqueios que nos paralisam!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
DESLIGUE O PILOTO AUTOMÁTICO E VIVA COM EMOÇÃO
Muitas pessoas têm preferido apertar o piloto automático e abrir mão das emoções - medo, alegria, tristeza, desapontamento, surpresa e outras - que permeiam as relações interpessoais.
Se a carapuça serviu, é bom parar e refletir se vale a pena tocar a vida dessa forma.
Reações como desânimo absoluto no domingo à noite ao pensar na segunda-feira, passar a semana contando os minutos que faltam para a sexta-feira, descrença nas propostas de mudança no trabalho, baixo investimento no autodesenvolvimento, sensação constante de cansaço e mau humor são indícios entre outros de que o piloto automático está em ação.
Ao optar por essa forma de viver as pessoas pensam que estão se resguardando do sofrimento e da dor. Puro engano!Quem liga o piloto automático para dar conta de cumprir sua rotina pessoal e profissional além de evitar as frustrações, na verdade, vai apenas se desgastando e adiando uma decisão que virá ou por bem ou por mal.
Diferentes fatores podem levar uma pessoa a se comportar como um robô tanto na universidade quanto no ambiente de trabalho.Mas, a maioria desses motivos é fruto de conflitos internos ou de incompatibilidade entre as próprias expectativas e valores e a realidade vivida.
Muitos alunos vivenciam um conflito em relação ao curso por que percebem um abismo entre o que fazem e o que gostariam de estar fazendo. O mesmo ocorre com profissionais com menor ou maior tempo no mercado. A atividade profissional não condiz com seus valores internos e por isso, sentem-se pressionados.
Para quem se percebe nessa situação um caminho é olhar mais fundo para dentro de si e descobrir alternativas. Pode ser um curso ou uma carreira paralela ( conheço um advogado de renome que é também pianista, tocando em bares e festas) ou pode ser a realização de uma atividade social ou filantrópica, ou ainda encarar de frente a área de interesse. O importante é descobrir um jeito de combinar o que deve ser feito com aquilo que se quer fazer. Assim, a pessoa atende suas aspirações pessoais, sai do tédio e resgata seu entusiasmo pela vida.
Para outros, o conflito parece ser externo, ligado diretamente ao ambiente e às pessoas com quem convivemos: pais, irmãos, colegas, professores, chefias entre outros. O sentimento é de que o outro não entende e não ajuda a sair do impasse. Aqui o caminho é assumir a responsabilidade no relacionamento. Isso quer dizer ser capaz de exprimir seus sentimentos com as pessoas certas, conviver e aprender com as diferenças individuais, tirar o dedo do botão da raiva e aprender perdoar, ser mais tolerante consigo mesmo e com os outros, saber lutar pelo que acha importante.
O automatismo cria um sentimento ilusório de estabilidade e proteção isso porque, na verdade, estimula a inércia e a acomodação. Em tempos de mudança esse comportamento pode ser muito prejudicial tanto para seu trabalho quanto para sua vida pessoal.
Penso que o melhor é desligar o piloto automático e por emoção na suas atividades ou de formação ou de trabalho. Aos poucos você verá que seus amigos e sua família vão agradeceressa mudança. Elas, provavelmente, mesmo sem dizer nada, não estão agüentando mais conviver com seu desânimo, suas queixas e sua falta de garra para fazer as mudanças necessárias na sua vida! Mãos a obra!
Se a carapuça serviu, é bom parar e refletir se vale a pena tocar a vida dessa forma.
Reações como desânimo absoluto no domingo à noite ao pensar na segunda-feira, passar a semana contando os minutos que faltam para a sexta-feira, descrença nas propostas de mudança no trabalho, baixo investimento no autodesenvolvimento, sensação constante de cansaço e mau humor são indícios entre outros de que o piloto automático está em ação.
Ao optar por essa forma de viver as pessoas pensam que estão se resguardando do sofrimento e da dor. Puro engano!Quem liga o piloto automático para dar conta de cumprir sua rotina pessoal e profissional além de evitar as frustrações, na verdade, vai apenas se desgastando e adiando uma decisão que virá ou por bem ou por mal.
Diferentes fatores podem levar uma pessoa a se comportar como um robô tanto na universidade quanto no ambiente de trabalho.Mas, a maioria desses motivos é fruto de conflitos internos ou de incompatibilidade entre as próprias expectativas e valores e a realidade vivida.
Muitos alunos vivenciam um conflito em relação ao curso por que percebem um abismo entre o que fazem e o que gostariam de estar fazendo. O mesmo ocorre com profissionais com menor ou maior tempo no mercado. A atividade profissional não condiz com seus valores internos e por isso, sentem-se pressionados.
Para quem se percebe nessa situação um caminho é olhar mais fundo para dentro de si e descobrir alternativas. Pode ser um curso ou uma carreira paralela ( conheço um advogado de renome que é também pianista, tocando em bares e festas) ou pode ser a realização de uma atividade social ou filantrópica, ou ainda encarar de frente a área de interesse. O importante é descobrir um jeito de combinar o que deve ser feito com aquilo que se quer fazer. Assim, a pessoa atende suas aspirações pessoais, sai do tédio e resgata seu entusiasmo pela vida.
Para outros, o conflito parece ser externo, ligado diretamente ao ambiente e às pessoas com quem convivemos: pais, irmãos, colegas, professores, chefias entre outros. O sentimento é de que o outro não entende e não ajuda a sair do impasse. Aqui o caminho é assumir a responsabilidade no relacionamento. Isso quer dizer ser capaz de exprimir seus sentimentos com as pessoas certas, conviver e aprender com as diferenças individuais, tirar o dedo do botão da raiva e aprender perdoar, ser mais tolerante consigo mesmo e com os outros, saber lutar pelo que acha importante.
O automatismo cria um sentimento ilusório de estabilidade e proteção isso porque, na verdade, estimula a inércia e a acomodação. Em tempos de mudança esse comportamento pode ser muito prejudicial tanto para seu trabalho quanto para sua vida pessoal.
Penso que o melhor é desligar o piloto automático e por emoção na suas atividades ou de formação ou de trabalho. Aos poucos você verá que seus amigos e sua família vão agradeceressa mudança. Elas, provavelmente, mesmo sem dizer nada, não estão agüentando mais conviver com seu desânimo, suas queixas e sua falta de garra para fazer as mudanças necessárias na sua vida! Mãos a obra!
domingo, 31 de janeiro de 2010
A oportunidade está dentro da gente mesmo
Gostaria, inicialmente, lembrar daquela estória do sujeito que tinha pavor de andar de avião, e que por insistência dos amigos e da família tomou coragem e foi. Mas quando tomou ciência de que estava viajando por cima das nuvens, não conseguiu controlar sua ansiedade e angústia, chamou a aeromoça e muito sério disse: - pede para parar que eu quero descer!
Algumas pessoas sentem o mesmo frente aos processos de mudança que vem ocorrendo no mercado de trabalho. Sentem-se assim porque acham que não estão prontas para enfrentar a realidade. É normal sentir-se assim quando ainda precisamos enfrentar muitos desafios para encontrar nosso caminho seja porque estamos começando ou seja porque queremos dar uma reviravolta na nossa vida profissional.
Mudanças sempre provocam ansiedade, angústia e medo porque saímos do conforto da realidade conhecida para uma outra ainda nova e com a qual teremos que aprender a lidar.
Certamente você já ouviu falar que estamos saindo do Mundo do emprego e evoluindo para o Mundo do Trabalho.
O primeiro podia ser caracterizado por salários definidos, repouso remunerado, férias e décimo terceiro salário, jornada fixa de trabalho, estabilidade e aposentadoria. Nele a segurança profissional estava na competência e oportunidade da empresa e não no próprio desempenho pessoal. A obediência valia mais do que a competência.
Essa segurança fora de si poderia parecer para muitos o mais seguro, principalmente, quando se esquece a frustração e conflito interno advindos da rotina, da falta de autonomia e de perspectiva quando se está ligado a um trabalho ou empresa com a qual não nos identificamos.
O mundo do trabalho é diferente, cada um é responsável pela sua carreira. A segurança profissional desloca-se para a própria pessoa e baseia-se, essencialmente, no autoconhecimento, na capacidade de criar oportunidades e de enfrentar o imprevisível, isto é, em habilidades, atitudes e conhecimentos.
O mundo do trabalho, sem dúvida, exige muito mais de cada um: atualização constante, descobrimento e desenvolvimento de novas potencialidades, capacidade para formar parcerias e, principalmente, pró-atividade.
Essas são sem dúvida características de pessoas empreendedoras Não dá mais para ficar esperando as coisas acontecerem é preciso agir, buscar, correr atrás e construir a sua realidade, o seu trabalho. Os profissionais que estão conseguindo transitar de um mundo para outro, não têm do que se queixar. Estão descobrindo o prazer do trabalho motivado, a alegria de ser dono da sua própria vida e de ter a possibilidade de estar sempre descobrindo novas possibilidades.
Uma vez, escutei de um empresário um desabafo pessoal com as seguintes palavras: - empresário só não pede demissão, pelo menos umas duas vezes por semana, por que não tem para quem pedir.
No mundo do trabalho a oportunidade vem de mãos dadas com o empreendedorismo. Nessa atitude o que não falta é garra, paixão e tolerância, ingredientes de quem quer ter controle sobre a própria carreira.
Não adianta fugir da realidade: o mundo do trabalho já chegou e não escolheu quem vai participar dele. Envolveu a todos: você que está buscando a primeira oportunidade, ou você, profissional mais maduro que está se vendo forçado a encarar novas possibilidades.Aqui, como na estória do avião, não adianta pedir para parar e descer. É preciso sim, e muito, investir em você: numa vida física e emocionalmente saudável, num plano de metas profissional e, principalmente, na realização dos sonhos.
Você está pronto para essa viagem? Ou prefere perder o trem da história?
Algumas pessoas sentem o mesmo frente aos processos de mudança que vem ocorrendo no mercado de trabalho. Sentem-se assim porque acham que não estão prontas para enfrentar a realidade. É normal sentir-se assim quando ainda precisamos enfrentar muitos desafios para encontrar nosso caminho seja porque estamos começando ou seja porque queremos dar uma reviravolta na nossa vida profissional.
Mudanças sempre provocam ansiedade, angústia e medo porque saímos do conforto da realidade conhecida para uma outra ainda nova e com a qual teremos que aprender a lidar.
Certamente você já ouviu falar que estamos saindo do Mundo do emprego e evoluindo para o Mundo do Trabalho.
O primeiro podia ser caracterizado por salários definidos, repouso remunerado, férias e décimo terceiro salário, jornada fixa de trabalho, estabilidade e aposentadoria. Nele a segurança profissional estava na competência e oportunidade da empresa e não no próprio desempenho pessoal. A obediência valia mais do que a competência.
Essa segurança fora de si poderia parecer para muitos o mais seguro, principalmente, quando se esquece a frustração e conflito interno advindos da rotina, da falta de autonomia e de perspectiva quando se está ligado a um trabalho ou empresa com a qual não nos identificamos.
O mundo do trabalho é diferente, cada um é responsável pela sua carreira. A segurança profissional desloca-se para a própria pessoa e baseia-se, essencialmente, no autoconhecimento, na capacidade de criar oportunidades e de enfrentar o imprevisível, isto é, em habilidades, atitudes e conhecimentos.
O mundo do trabalho, sem dúvida, exige muito mais de cada um: atualização constante, descobrimento e desenvolvimento de novas potencialidades, capacidade para formar parcerias e, principalmente, pró-atividade.
Essas são sem dúvida características de pessoas empreendedoras Não dá mais para ficar esperando as coisas acontecerem é preciso agir, buscar, correr atrás e construir a sua realidade, o seu trabalho. Os profissionais que estão conseguindo transitar de um mundo para outro, não têm do que se queixar. Estão descobrindo o prazer do trabalho motivado, a alegria de ser dono da sua própria vida e de ter a possibilidade de estar sempre descobrindo novas possibilidades.
Uma vez, escutei de um empresário um desabafo pessoal com as seguintes palavras: - empresário só não pede demissão, pelo menos umas duas vezes por semana, por que não tem para quem pedir.
No mundo do trabalho a oportunidade vem de mãos dadas com o empreendedorismo. Nessa atitude o que não falta é garra, paixão e tolerância, ingredientes de quem quer ter controle sobre a própria carreira.
Não adianta fugir da realidade: o mundo do trabalho já chegou e não escolheu quem vai participar dele. Envolveu a todos: você que está buscando a primeira oportunidade, ou você, profissional mais maduro que está se vendo forçado a encarar novas possibilidades.Aqui, como na estória do avião, não adianta pedir para parar e descer. É preciso sim, e muito, investir em você: numa vida física e emocionalmente saudável, num plano de metas profissional e, principalmente, na realização dos sonhos.
Você está pronto para essa viagem? Ou prefere perder o trem da história?
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