sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A hora do coaching!


Quantas vezes você já pensou que gostaria de contar com uma orientação ou apoio para ajudara repensar sua vida pessoal e profissional?
Uma palavra que vem ganhando força nos últimos anos no mundo empresarial é coaching. Ela tem aparecido cada vez mais em palestras sobre carreira, em entrevistas e revistas de negócios.
Pouco a pouco, o coaching, vem assumindo o lugar do treinamento tradicional dentro das organizações, para desenvolvimento de lideranças e de funcionários  estratégicos.
Hoje já é corriqueiro que muitos profissionais utilizem esse profissional para reestruturar a carreira profissional e conseguir alcançar novas metas.
Mas afinal, o que é coaching?
Coaching é um processo estruturado que utiliza recursos e técnicas para melhorar o autoconhecimento e quebrar barreiras, levando o profissional ao seu máximo potencial. É um processo de aprendizagem confidencial que trabalha o desenvolvimento de competências comportamentais, psicológicas e emocionais.
A palavra vem do inglês a partir do termo coach (técnico esportivo) fazendo uma analogia com esse profissional que faz muita diferença no sucesso ou fracasso das equipes de futebol, basquete, vôlei ou mesmo no desenvolvimento de atletas que praticam esportes individuais.
Alguns profissionais contam com o apoio de sua empresa nesse processo, pois muitas têm adotado esse trabalho para desenvolvimento de seus colaboradores sempre de olho na melhoria da satisfação e do comprometimento, aumentando assim  sua produtividade.
Outros contam com coachs que atuam de forma autônoma, mas que podem levar a um resultado ainda melhor. Isso porque, nesse caso, o trabalho é focado em habilidades e competências pessoais, mesmo que essas capacidades não sejam de interesse de uma ou outra empresa ou cargo especificamente, em um determinado momento.
Nesse caso, o coaching ajuda o profissional a se soltar  do  que é  seguro  ou  já conhecido, permitindo-o  explorar novas possibilidades  e gerar  novas conquistas.
Qualquer profissional, em qualquer etapa de sua carreira pode se beneficiar  com esse processo.
Afinal, a riqueza do mercado de trabalho está disponível para todos, mas apenas alguns  conseguem   enxergar oportunidades, onde  muitos   percebem dificuldades  e outros ainda  não percebem nada.
Então, pense nessa possibilidade para 2014! O caminho é seu, mas não querer contar com ajuda quando necessário é no mínimo  ter “ cabeça dura”.




quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Vai-se Mandela, fica Madiba!

A biografia de Nelson Mandela tem sido nos últimos anos fonte de pesquisa e inspiração para mim. Por isso não poderia fechar um ano de reflexões sem falar dele.
Li muitos livros e vi alguns filmes a respeito de sua vida e em todos,a força da liderança chama a atenção.
Acredito que nós todos temos, em algum momento, alguma a coisa a aprender com ele. Sugiro a leitura de “Os caminhos de Mandela: Lições de Vida, Amor e Coragem” de Richard Stengel. O livro mostra como a força e as crenças interiores são capazes de superar qualquer desafio. E como um ideal constrói o caminho da vida.
Acredito que não ter um ideal de verdade seja o que faz muita gente bater a cabeça e muitas vezes, andar em círculo tanto no que se refere a pessoal e profissional. É preciso acreditar que ele tem razão quando diz:

“O que importa na vida não é o simples fato de ter vivido. A diferença que fizemos na vida dos outros é que vai determinar a importância da vida que conduzimos”.

A finitude é uma característica humana e não poderia ser diferente com ele. Alguns como ele, Gandhi,  Freud, Sabin, Mozart e tantos outros vão-se mas deixam obras, ideias, verdades que nos acompanham por muitos anos. São pessoas que fizeram diferença, deixaram um legado. Vai-se Mandela, fica o que ele representa.
Você já se perguntou qual a diferença ou gostaria de fazer na vida dos outros Ou como quer ser lembrado pelos amigos, antigos amores, colegas de trabalho, chefias, professores ao pensarem em você?
Aí está uma dica de sua missão ou ideal! Que não precisa ser tão grandioso como fazer diferença na vida da humanidade como fez Mandela, mas que tenha um forte significado e seja substantivo nas pessoas próximas a você!

Pense nisso!  Vale a pena construir sua vida em cima do seu ideal seja ele: ética, amizade, solidariedade, respeito à natureza, feminismo, entusiasmou outro qualquer! 
Desejo muitas alegrias, saúde e paz no próximo ano!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

E o futuro?

Mais um ano vai terminando! Hora de refletir e de planejar os próximos! Durante 2013, você se sentiu realizado profissionalmente? Sentiu que houve um crescimento, por menor que seja!
Será que você esteve no trabalho certo, convivendo com as pessoas certas e vendo seus sonhos sendo realizados?
Se sua resposta é não, saiba que a frustração pode estar batendo à sua porta, se já não se instalou na sua vida. O perigo disso?
Você se transformar em uma pessoa amarga e ranzinza que vive reclamando de tudo e de todos, e que a cada dia dificulta mais as  coisas para você  e para as pessoas  de seu convívio.
Não é nada fácil construir a realização profissional, considerando a competitividade no ambiente de trabalho, as exigências cada vez maiores em relação a conhecimentos, competências e habilidades e as instabilidades econômicas e sociais. Sem contar, compromissos familiares e responsabilidades assumidas anteriormente que , às vezes  duram anos. 
A atitude mais comum quando a gente se sente frustrado é responsabilizar a empresa, o mercado ou a chefia pelo  que está acontecendo.  Resolve? Infelizmente, não. Você pode até conseguir enganar a algumas pessoas e a você mesmo com essa postura, mas com o tempo torna-se evidente que frustração e satisfação são questões internas e que cabe a cada um resolvê-las.
A frustração no médio e longo tempo pode criar armadilhas às vezes insuperáveis: doenças psicossomáticas, consumo de drogas e álcool, obesidade, fobias e síndromes de ansiedade,  desencontros familiares e sociais. Muitos desses problemas nascem do sentimento de impossibilidade e de incapacidade frente às exigências profissionais e contaminam  nossa vida pessoal.
Claro que nem tudo são flores na carreira profissional. As pessoas mais sensíveis são as que estão mais sujeitas a se sentirem impotentes, desanimadas e incapazes do domínio da própria vida.  Mas, não se podem considerar esses sentimentos como inevitáveis.  Solução há sempre, mesmo que a gente coloque uma porção de empecilhos diante dela.  Algumas vezes, é preciso  aprender a viver com menos, voltar a morar no lugar que a gente não  quer, fazer uma nova faculdade ou  deixar para trás  uma carreira que agrada aos outros , mas não a você.   

Por isso, ao planejar o futuro pense em tudo que deixou de viver esse ano. Faça desse ano o ponto de partida para um novo Futuro.  Vale a pena tentar novas possibilidades e realizações. A frustração tira energia, a realização traz motivação.  A frustração leva a acomodação e a vontade de realizar abre novos caminhos. Pense! O que você quer para sua vida daqui pra frente, não abra mão do seu direito de escolha!!  E como se diz, por aí, quando a gente quer  uma coisa, o universo conspira a nosso favor

terça-feira, 5 de novembro de 2013

E esse tal de feedback

Dar feedback, receber feedback. Como escutamos essas frases no ambiente de trabalho! Todos sabem que essa expressão é usada como sinônimo de reação ou resposta a um comportamento ou desempenho individual ou grupal.
Feedback não é queixa, bronca ou lição de moral. É apenas alguém mostrando ao outro como percebeu ou recebeu sua atitude  ou o resultado do trabalho realizado.
Receber feedback positivo todos gostam, mas receber o negativo nem todos estão dispostos. Esse parece ser um problema recorrente para os jovens que estão entrando na vida profissional, muito já em cargos de supervisão ou liderança.  Dizem que é  uma característica da turma da geração Y.
É natural, para qualquer pessoa, reagir, num primeiro momento, com resistências e defensividade. O que não pode acontecer, e anda ocorrendo, são esses profissionais fugir de feedback’s de colegas, chefias, clientes e até de amigos.  Eles preferem, muitas vezes, mudar de empresa a ter que conviver com um chefe que usa o feedback constantemente como um instrumento de gestão. Isso porque se vêm como pessoas especiais, competentíssimos e mais que os outros.
Dessa forma acabam por se prejudicarem: perdem oportunidades de crescer e se desenvolverem pessoal e profissionalmente. Sei que carreira estável anda fora da moda! Mas, um excesso de instabilidade mostra a dificuldade de conviver com a realidade.
Fugir de  feedback’s durante um tempo  permite ao profissional viver só de elogios e prazer, aprofundando a idealização de si  e do mundo dos negócios. Mas com o tempo, ele não terá escolha. Vai aprender na marra, se quiser fazer parte do mercado.
Quanto mais habituado a receber e dar feedback um profissional está , mais fácil será para ele conviver,  aprender, rever valores e atitudes  e se  aprimorar.
Feedback é  uma rua de mão dupla. Retornos vão e voltam.  O jeito é desenvolver a habilidade de dar e receber feedback.  Parece simples, mas não é! Cuidado com o tom ao dar feedback e não se esqueça de agradecer por aquele que abriu-lhe janelas.

Quem não quer ou receber feedback  vai ter que aprender a viver só!  E também  não se olhar no  espelho .

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O esperado x o inesperado


“Corro perigo
Como toda pessoa que vive
A única coisa que me espera
É exatamente o inesperado.”
Clarice Lispector

Pense no seu dia a dia! Ele é vivido por uma sequência de situações que ocorrem mais ou menos no mesmo horário e sequência. A rotina, por mais que se fale ao contrário, significa conforto e segurança. Isso fica muito claro quando por qualquer motivo a perdemos. Nessa hora vem  um  desejo imenso  de tê-la de volta.
O conforto do esperado em situações de trabalho, com o tempo, pode levar ao sentimento de desânimo e cansaço quando percebemos que aquela atividade já não representa novos desafios e consequentemente novas aprendizagens. Nesse caso, o conforto passa a ser vivido como acomodação, e em um mercado instável essa atitude pode significar um tiro certeiro no pé. A rotina no trabalho não estimula  mudanças  e, com o tempo, o desempenho profissional vai se padronizando e perdendo criatividade.
O inesperado propõe se viver novas possibilidades. Por isso ele provoca um aumento de adrenalina. Mexe com o organismo como um todo preparando para a ação.  Alguns acontecimentos imprevistos podem trazer consequências positivas, por exemplo, uma promoção. Outros podem trazer consequências negativas, como por exemplo, a suspensão do projeto sob sua responsabilidade. Mas essa consequência que no  curto prazo  tem  um valor poderá  ter outro  no médio e longo prazos.
Mesmo a contra gosto e  tendo que lidar com a ansiedade e o medo, é preciso perceber que a surpresa mostra novos caminhos e faz com que as oportunidades apareçam. Um estresse bom toma conta do profissional que pode perceber um milhão de alternativas. É nessa hora que fazemos a diferença: ideias surgem, problemas desaparecem e até características de  liderança  mostram a cara. 

Lidar com o esperado é fácil O problema é mostrar competência e flexibilidade quando a rotina e as prioridades estão desorganizadas. O ideal é nessa hora conseguir combinar emoção e racionalidade. Razão para descobrir o rumo e a emoção para colocar o tempo e o tempero necessários.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Individualismo x Individualidade De que lado você está?

Fico realmente incomodada quando entro em um bar ou em uma sala de aula e vejo cada um convivendo com seu celular, sem se dar conta das pessoas ao lado. Por mais que tente compreender que esses são os novos tempos, fico triste ao constatar o aumento do individualismo e a queda da individualidade.

Essas duas palavras tão próximas e tão diferentes em seu significado podem nos ajudar a compreender alguns comportamentos profissionais e sociais.
Individualismo é a tendência de pensar e agir conforme a vontade própria, desconsiderando os demais. O individualista preocupa-se apenas com o próprio interesse e, por isso, tem atitudes e reações egocêntricas. De uma maneira geral é uma pessoa que desconhece a generosidade, a empatia e opõe-se à associação e a convivência. Só se preocupa com o outro quando está precisando dele para a própria satisfação.  No ambiente de trabalho o individualismo leva à agressividade e competitividade, mais ainda contribui para a corrupção e ações violentas, como assédio moral. Por trás de um comportamento individualista em geral existe uma pessoa insegura e com problemas de autoestima. Por isso usa dessa máscara social e profissional para não enxergar suas inseguranças.
A individualidade, por outro lado, representa a capacidade de viver e perceber a si mesmo e ao outro. Desenvolver a individualidade passa pela consciência da realidade em seus aspectos positivos e negativos. Ela nos protege de imposições e valores deturpados que agridem o nosso caráter e provocam mal estar e frustração. A individualidade é uma característica saudável que se baseia na autoestima, segurança e capacidade de escolher e conviver.
 A individualidade se constrói a partir da convivência  com a diversidade e  do respeito ao outro,  o que leva a  aprendizagem sobre direitos e limites. Infelizmente são  feedback e  trocas   que o celular não permite.
 Abrir mão da individualidade faz com que as pessoas se tornem mais individualistas na família, no trabalho, e na vida pessoal. E parece que o individualismo está na moda com perdas para os ambientes corporativos, e para a vida social.



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Lavagem cerebral ajuda?

De vez em quando é preciso parar e refletir sobre crenças, valores e  concepções que   temos   a cerca de nós mesmos  e dos outros. Na nossa cabeça alguns pensamentos funcionam como um pai exigente: Você tem que se dar bem, Você tem que ter sucesso, Você tem que ser magra etc., etc.

Esses valores e pensamentos estabelecem direções de vida e, muitas vezes, inibem  a visão de  novas possibilidades e oportunidades.
Eles formam como um pano de fundo para nossas escolhas, atitudes, reações e relacionamentos. 
 A maioria  deles  baseia-se em experiências e expectativas familiares que não fomos capazes de questionar e, que por isso  ditam  regras de conduta  pessoal e profissional. Como agem de forma repressora não nos permitem perceber que a realidade e as contingências da vida mudam constantemente e que, portanto, ficar parado no tempo pode ser muito  ruim.
O apego a crenças arraigadas não ajuda no crescimento pessoal, pelo contrário traz angústia, ansiedade e cobranças irracionais e  inconsciente,  que mexem com nosso autoconceito e autoestima. Se insistimos em manter esses pensamentos e  valores dentro de nós, é porque  preferimos não arriscar e não lidar  com a insegurança que  advém de toda mudança.    
 Fazer uma lavagem cerebral, aqui no bom sentido, é uma forma de  jogar  fora uma porção de entulho  que  ao invés de  nos impulsionar  apenas  contribui para a estagnação e acomodação.
Compreender e explorar consistentemente os desejos e objetivos  que  fazem parte  do nosso EU, permitem  maior autenticidade e  flexibilidade  com a gente mesmo.
Por esse caminho conquistaremos maior liberdade de escolha, menos cobrança e principalmente, maior sentimento de realização.  

 Na lavagem substitua os “ Você tem que “, por “  Eu quero”, “ Eu posso “ ou  “ Eu mereço”e abra espaço  para uma vida feliz.